Zezinho Sobral condena “politização” do processo de vacinação

 

O deputado estadual Zezinho Sobral (PODE), líder do governo na Assembleia Legislativa, participou da Sessão Extraordinária Remota dessa quinta-feira (8) para condenar o que ele entende por “politização” que alguns setores e políticos estão fazendo em torno do processo de vacinação contra a COVID-19. Ele deu detalhes sobre o mais recente lote de doses de vacina que chegaram a Sergipe e defendeu que é preciso informar melhor e tranquilizar a população.

Zezinho lamentou as manifestações politizadas sobre o tema e diz que, quem o faz, “presta um desserviço gigantesco à população, causando preocupações e angústias ainda maiores”. O deputado defendeu o isolamento social para quem pode ficar em casa, mas orientou quem precisa sair a seguir os protocolos sanitários, com uso de máscara e álcool em gel, sempre respeitando o distanciamento social.

“Se proteja da melhor forma, em especial quando for retornar para casa. Estou preocupado sim com a questão da superlotação dos ônibus, nos horários de pico. Os veículos que estão chegando de Socorro no centro de Aracaju, no início da manhã, estão apertados e não pode ser daquele jeito. Tem que melhorar e avançar”, disse Zezinho, reforçando seu compromisso em defender como prioritários na vacinação de autistas e pessoas com Síndrome de Down.

Para ele quando se politiza a vacinação, acaba criando uma reação de insegurança nas pessoas. Em seguida ele explicou que chegaram do Ministério da Saúde 40.750 doses de imunizantes, mas isso não significa que 40.750 pessoas serão vacinadas. “Há um plano nacional de imunização que precisa ser seguido pelos Estados e Municípios. Ficam comparando o Estado ou o Município com outras localidades, mas é mentira que alguém esteja desrespeitando o plano. Este tipo de informação é prestar um desserviço à população”.

Por fim ele explicou que do montante de vacinas que chegaram, 14.570 são exclusivas para a primeira dose; 24.270 exclusivas para a segunda dose; e ainda tem 960 para uma reserva estratégica. “Quem toma a primeira dose, já sai sabendo quando tomará a segunda. E essa reserva serve para eventuais perdas, deterioração do produto, perda do final do frasco que abriu e por algum motivo não usou todo. Tem ainda as forças de Segurança que foram priorizadas”.

“O SUS tem um serviço pleno e o problema está em 30% nos municípios que não conseguiram cumprir com as metas estabelecidas pelo Ministério da Saúde para a vacinação. É bem verdade que muitos outros cumpriram. O Estado não está fazendo reserva de vacina, nós estamos recebendo a segunda dose para armazenamento para aplicar dentro do cronograma montado”, completou.




Foto: Joel Luiz

Fonte: Alese





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